“Who let the dogs out?” – Um report com Stoutland!

Olá a todos, eu sou o Carlos Alberto (ou graças ao nosso campeão nacional 2013 Vini, sou mais conhecido como Magikarlos kkkkkkk), o doido que chegou na final do City da Comics e que ganhou o de Aparecida da Liga Arena, usando um deck de Stoutland.

Vou fazer um breve resumo da minha história com o Pokémon Card Game e fazer os devidos agradecimentos às pessoas que sempre me ajudaram no Pokémon e a todos que me parabenizaram pelo desempenho nos dois últimos torneios.

Em 1999 comprei meu primeiro booster, mas as cartas ficavam paradas em casa, eu tinha 9 para 10 anos e não fazia ideia de como jogar. Pouco tempo mais tarde, entre meados de 2000 e 2001 depois de ler uma reportagem na revista Herói 2000 comecei a frequentar uma liga junto com um amigo e meu primo — que hoje nem jogam mais. Isso foi na extinta Yati vídeo, loja onde o nosso amigo e campeão Brasileiro de 2009 Leo Gonçalves também jogava. Normalmente a loja ficava em primeiro lugar nos ranks da época, mas eu só jogava a “liguinha” devido à falta de dinheiro e ser um pouco longe de casa. Eu dependia do pai do meu amigo para ir até lá, então era só mais uma criancinha random.

Entre 2002 e 2003 conheci a loja Panda’s Ice, que era mais perto de casa, lá conheci o Cesar Lopes — campeão Brasileiro de 2012, meu atual sócio nas cartas e parceiro de treino que também pude compartilhar a experiência de ir ao campeonato mundial de 2012 no Hawaii, acabei não conseguindo a vaga mas ainda sim foi uma experiência incrível que agregou muito para mim como jogador. Nesta Loja também foi onde conheci os famosos Hiratsukas, foram pessoas que me ajudaram muito no jogo. Após um hiato onde joguei Magic: The Gathering durante o ano de 2004, voltei em 2005 após a influência do Cesar Lopes. Com isso decidi vender um Game Boy Advanced por cerca de R$170,00, juntei com mais R$50,00 que tinha ganhado de presente da minha mãe e comprei um deck da coleção atual: Team Rocket’s Return e mais alguns boosters. Acreditem ou não, uma semana após isso fui jogar meu primeiro campeonato premier, City Championship de Guarulhos no bairro do Cecap, um campeonato onde enfrentei cinco Hiratsukas e consegui ganhar de todos, dentre eles o Rodrigo HIratsuka – Campeão nacional de 2004 (na minha opinião melhor jogador Brasileiro de todos os tempos) e também o Ricardo Hiratsuka que viria a se tornar o campeão nacional daquele ano. O único jogador que enfrentei na última rodada que não era um Hiratsuka eu empatei, acreditam? Com isso eu consegui meu único título em campeonato premier até criar o deck de Stoutland no City da Liga Arena. O melhor de tudo é que na época foi uma dobradinha… o Cesar Lopes foi vice-campeão naquele campeonato. Outro fato marcante na minha vida foi que anos depois, em 2012 em um treino na casa dos Hiratsuka descobri que a Yasmin, minha namorada estava jogando este mesmo campeonato que eu ganhei em 2005 e tinha enfrentado o Rodrigo. Mundo pequeno este do Pokémon, não acham?

Como diria o Sem Medo chega de enrolação! Já compartilhei um pouco da minha história com vocês e para quem não me conhece dá para saber que não sou nenhuma lenda do Pokémon.

Como surgiu o deck?

Em um primeiro momento, foi graças à necessidade e à falta de cartas que me fez olhar tanto para todas as coleções, quem me conhece sabe que sempre gostei de testar umas coisas diferentes. No nosso time somos em quatro jogadores ativos, Cesar Lopes, Rafael Oliveira (vulgo Silvinha), Yasmin Cipelli (minha namorada linda) e eu, além de um dos fundadores da equipe que atualmente está meio parado, o Wesley Silva.

Aos trancos e barrancos nós só conseguíamos montar três decks do metagame, um Blastoise, um Yeti e um Darkrai-Garbodor, e nós éramos em cinco, o que fazer? No fim das contas conseguiríamos montar cinco talvez até seis decks graças a uma ou outra compra de última hora e ao empréstimo de cartas de alguns grandes amigos. Mas nessa altura eu já estava com uns três decks rogue na cabeça e um deles foi Stoutland. Uni isso à minha vontade de jogar fora do metagame.

medals

Medalhas de primeiro e segundo lugar do City de 2005 e o Cesar Lopes no fundo (Sim as medalhas são iguais hehe!)

Estratégia

Pessoal, a ideia do deck não é nenhum bicho de sete cabeças, bastou reler o Stoutland e lembrar que agora existe Ghetsis… se você tirar as Trainers da mão do oponente pode ser ruim, se ele não puder usar Supporters para recupera-las seria ainda pior, ainda mais se no segundo turno você começar a causar 90 de dano. Em um primeiro momento, quando a maioria dos jogadores que conheço olharam para o Stoutland, reclamaram que ele tem um recoil de 20 e que o ataque dele causa pouco dano. Para mim, um dano onde com dois ataques é possível nocautear um Pokémon EX está de bom tamanho, não é preciso mais que isso para desestruturar seu oponente e arrancar os 6 prêmios sem muita dificuldade.

Dusknoir: Ele entrou no deck desde o início. Acredito que sem ele o deck poderia ser facilmente contornado com uma sequência de recuos de Pokémons com Float Stone ou custo 0, possibilitando assim meus oponentes ganharem tempo para talvez conseguirem montar seu setup e virem forte à caça dos meus cachorros.

Virizion-EX: Serei sincero, os únicos decks que treinei contra antes dos campeonatos foram Yeti, TDK e VirGen. Yeti e TDK, todas as partidas que joguei foram um passeio, partidas extremamente fáceis, contra VirGen as partidas foram fáceis até começar enfrentar as versões com Hypnotoxic Laser e Drifblim. Hypnotoxic atrapalha demais, possibilitando o Virizion do oponente nocautear o Stoutland em dois ataques até mesmo sem Virbank City Gym em jogo, caso eu erra-se a moeda no Wild Tackle. E o Drifblim vinha para pegar 1 a 2 prêmios tirando um pouco da dependência do tool scraper ou G-Booster para me nocautear.

Spiritomb: Foi ele que fez com que eu tivesse a meu favor as partidas contra VirGen, com ele eu não precisava mais me preocupar tanto em manter Tool Scrapper na mão ou em não descartar para poder tirar o G-Booster de jogo. Encaixei ele no deck no dia do campeonato.

Contra os demais decks do formato eu já tinha ideia de mais ou menos como jogar e não tinha nenhum deck que me preocupava tanto. Talvez um pouco Empoleon, mas a quantidade deles nos torneios é muito baixa, principalmente com o passar das rodadas, caso você ganhe as duas primeiras partidas. Consegui provar que os demais decks não eram tão problemáticos com os resultados…sabem quantos Yeti e TDK eu enfrentei no torneio da Comics? Nenhum! E ainda assim cheguei na final Invicto.

deckstoutland

Decklist para o City de São Caetano

Report

1 – Partida vs Blastoise (Marcus Ake Lunide)

Vamos lá, eu estava meio nervoso, fazia tempo que não jogava com um deck rogue em campeonato premier, ganhei na moeda “ufa… xiii tem uma Squirtle, não treinei contra isso, será que a teoria vai funcionar?”. Ghetsis no T1 e Stoutland e Ghetsis no T2, posso dizer que acabou o jogo. Na segunda partida montei Stoutland no T3, eu não estava ruim na partida mas meu oponente fez Blastoise no T2 e não consegui segurar, faltou energia para atacar com o segundo Stoutland. No terceiro e último jogo, eu começo com 1 Lillipup e meu oponente com Keldeo EX, Black Kyurem e Black Kyurem EX, dou Ghetsis e o que encontro? Tool Scraper, Ultra Ball, Rare Candy e Superior Energy Retrieval, T2 Stoutland e não preciso dizer mais nada né?
1-0-0

2 – Partida vs Empoleon (Thiago)

Stoutland no T2 nas duas partidas com meu oponente travando mesmo sem o Stoutland, não tenho o que dizer, infelizmente não deu jogo, porém acredito que Empoleon seja uma das maiores dificuldades para o Stoutland por não depender tanto da Supporters devido à Ability Diving Draw acabou 2 a 0.
2-0-0

3 – Partida vs VirGen (??? Não lembro o nome do oponente, Sorry!)

No primeiro jogo comecei e Stoutland no T2, conforme previsto meu oponente não conseguiu descobrir a tempo como enfrentar meu deck, além disso baixei Silver Mirror bem rápido, o que ajudou muito. O Virizion que impossibilitou os Stoutland de ficarem envenenados também foi ótimo. O segundo jogo não consegui fazer muita coisa, meu oponente usou melhor os Virizion e com o G-Booster conseguiu ganhar. Na terceira partida o Stoutland no T2 foi o suficiente para estratégia do deck fazer o resto e levar a partida.
3-0-0

4 – Partida vs Blastoise (Leozinho)

Infelizmente não tem muito o que dizer aqui também, foi Stoutland no T2 nas duas partidas e na segunda para ajudar o Leozinho travou demais.
4-0-0

5 – Partida vs Emboar (Robson Elias – Battle City)

Primeiro jogo, se não me engano montei Stoutland no T3, Emboar já estava em campo, levei até as últimas segurando ao máximo mas não tive chance de vitória, todos os oponentes que conseguiram ganhar alguma partida contra mim devem ter percebido que se começar bater forte rápido o deck não é tão resistente, se conseguirem me obrigar a subir o segundo stoutland sem atacar terão grandes chances de virada. Segundo jogo, Stoutland no T2, no T4 consegui finalizar um Emboar com ajuda do Dusknoir e depois disso ele não conseguiu baixar dois Tepigs de uma vez, como havia dano sobrando no campo dele por dois turnos seguidos matei Tepig, ganhando o jogo sem muitos problemas. Terceiro jogo o Robson começou e abriu 2 ou 3 prêmios de vantagem, porém após fazer o primeiro Stoutland combinado com Ghetsis o jogo virou completamente, pois montei Dusknoir e nos turnos seguintes mais dois Stoutland no banco. O tempo acabou e os prêmios estavam três para o Robson e dois para mim, eu precisaria de mais dois ou três turnos para ganhar o Jogo. Foi uma ótima partida, assim como o deck de Blastoise o deck de Emboar coloca terror em qualquer um quando funciona, mas também tem um índice grande de “travamento” e isso facilita a vida do Stoutland.
4-0-1

6 – Partida vs Blastoise (Fabio Lona – Campeão Nacional 2006)

Não teve partida, a pedido do Lona que tinha certeza que perderia para o meu deck optei por conceder o empate para que ele tivesse certeza de entrar no Top pois o mesmo até então estava 4-1-0,
4-0-2

TOP 8 vs Blastoise (Fabio Lona – Campeão Nacional 2006)

É Lona, agora não tem jeito vamos ter que jogar. Primeira partida não lembro muito dos detalhes, sei que ganhei mas não foi tão fácil, mas nada de muita emoção, consegui travar ele bem rápido e é isso.

Na segunda partida levei até as últimas mas o Blastoise apareceu no T2 senão me engano e com isso o Lona conseguiu ganhar aos 45 minutos do segundo tempo, assim que a partida acabou o tempo também acabou, assim fomos para a morte súbita, aqui eu lembro de mais detalhes, vamos la.

Moeda para cima e G Fabio Lona começa, Ele começa de Black Kyurem Ex e eu de Lillipup, senão me engano ele apenas liga energia e passa, ou da uma Skyla por Tropical Beach/energy search, realmente não me lembro, talvez ele não tinha Supporter. UFA! Escapei do N, no meu primeiro turno uso ultra ball pego Virizion EX e dou um escape rope, energia no Virizion e passei, não lembro se cheguei a dar Ghetsis. Segundo turno Lona liga a segunda energia sem fazer mais nada de expressivo e passa, agora eu ligo minha segunda energia no Virizion, ataco e carrego o Lillipup com duas energias de planta. No terceiro turno pelo o que eu me lembro o Lona não conseguiu ligar energia, apenas buscou um Keldeo EX e deu Rush In, passando para mim onde recuei o Virizion energizei o Lillipup evolui para Stoutland com rare candy e ataquei, quarto turno o Lona finalmente conseguiu baixar dois Pokémon ao mesmo tempo, seu segundo Keldeo EX e a primeira Squirtle, ligou a terceira energia no Black Kyurem deu Rush In com o novo Keldeo e finalizou o turno com tropical beach, Nesta hora eu estava com o Jogo ganho na mão, dei Dowsing Machine para pegar a Super Rod onde tinha descartado junto com ela o Duskull, não o baixei no banco com medo de ser nocauteado pelo primeiro ataque do Black Kyurem combinado com Pokémon Catcher que ele usava no deck, Voltei o Duskull para o deck e já utilizei ultra ball para baixa-lo com segurança pois meu próximo movimento foi um Ghetsis onde me dava a certeza de que ele não conseguiria montar blastoise no próximo turno e nem me dar Pokémon catcher para ter alguma chance de buscar rare candy, blastoise e 3 energias (duas para recuo do Keldeo e uma para completar o Black Balista), para o próximo turno eu já tinha Skyla e Dusknoir pronto na mão, conforme planejado no meu turno o Lona ligou sua quarta energia mas não conseguiu fazer mais nada, passou o turno para mim onde fiz meu último draw, busquei pela Rare Candy com Skyla e montei o Dusknoir transferindo todos os danos do campo para o mesmo Pokémon e finalizando a partida.
5-0-2

Top 4 – vs Virgen (Daniel Pino Semedo – SEMEDÃO)

O Jogo começa com o Daniel abrindo de Virizion e me dando um Ghetsis, isso não foi legal, me tirou 4 cartas senão me engano mas eu tinha ou dei draw de um ghetsis, foi o que possibilitou eu continuar vivo no jogo, no meu turno apenas energizei, utilizei o ghetsis comprando duas cartas e conectei silver mirror no Lillipup, ataco com Roar o que faz o Daniel ser obrigado utilizar Skyla para pegar uma Switch e conseguir atacar de Virizion. No meu turno evoluo o Lillipup para Stoutland com Rare Candy e ligo a segunda energia de planta, o Daniel comete o primeiro grande erro da partida que foi recuar o virizion e subir um Genesect, anunciou o ataque e eu simplesmente não deixo-o comprar o premio e falo, OK seu ataque não causou dano estou iniciando o meu turno, ele esqueceu da Silver Mirror, o Juiz estava do Lado e disse realmente você já anunciou o ataque. No meu turno consegui baixar um Lillipup e bater 90 no genesect, No turno do Daniel ele comete mais um erro que quase deixou a vitória escapar das mãos, ele recuou o genesect e Simplesmente ligou uma energia plasma no virizion para poder voltar a atacar com o mesmo, Se ele tinha suporter na mão (muito provável) eu preferiria puxar o Lillipup usar supporter e atacar de genesect impedindo a aparição de um segundo cachorro, e isto aconteceu logo no turno seguinte, Rare Candy Stoutland, baixei Virizion removendo o poison que ele tinha colocado no Stoutland ativo com Sypnotoxic, neste momento eu sem energias no banco e ainda assim ele jugou necessário recuar o virizion descartando mais uma energia e me atacar com Tropius assim nocauteando o stoutland que já tinha 110 de dano, subo o Stoutland sem dano e sem energia para frente e continuo o jogo baixando um Lillipup, utilizando busca de energia para ligar no stoutland ativo e segurando uma dupla incolor na mão para evitar dela ser removida com Encanhed Hammer sem nem mesmo dar um ataque. No turno seguinte do Daniel não me lembro o que ele faz, no meu eu utilizo Ghetsis e vi o quão joguei certo segurando a dupla na mão, ele tinha escape rope e enchanted hammer na mão, liguei a dupla incolor mas fiz a burrada de usar a segunda Supporter, dei uma Skyla, depois que abri o deck e procurei meu oponente perguntou para o Juiz e o mesmo só informou o Game Loss, Não tinha jeito parece que tava escrito que ele iria ganhar esta partida, além do que já falei acima em algum momento entre estes acontecimentos ele quase executou um N com o Stoutland ativo, eu não me liguei, estava concentrado na minha próxima jogada mas o Juiz indevidamente impediu o mesmo de cometer este erro, os demais jogadores no campeonato sabem que sempre que possível eu os avisava que não podia utilizar a supporter.
A Segunda partida não tive muitos problemas para ganhar, não me lembro de muitos detalhes, caso queiram as 3 partidas do top 4 estão no vídeo que segue abaixo gravado pelo Ruimar, pai do Otavio de Curitiba.

A Terceira partida começou faltando 7 minutos para terminar o tempo, o tempo acabou e quem pegasse o primeiro prêmio ganhava pois a partida já tinha começado, conforme informado pelo Juiz desta forma não havia necessidade de iniciar uma morte súbita.
Consegui montar Stoutland no T2 além do Daniel não ter conseguido energizar no seu T2 estes dois fatores decretaram praticamente a minha vitória.
6-0-2

Final – Vs Garchomp e Haxorus (Gabriel Pino Semedo – Battle City)

Pessoal, o Semedo já falou desta final épica no report dele então não tenho muito o que acrescentar.

Partida 1 sai travado de Duskull, no t2 ou t3 o Semedo finalizou o jogo.

Partida 2 Semedo sai travado e eu monto Stoutland no T2… la para o T6 / T7 finalizo o jogo.

Partida 3 Semedo sai bem e eu também na medida do possível, e como era esperado o jogo se desenrola mas com o fato do deck de Garchomp não ser dependente de suporter para montar o campo, ele começa a me atacar forte no T2 e bem rápido leva meus dois cachorros me deixando sem recursos para aguentar o resto da partida, resisti o máximo que pude até ver que realmente não era possível ganhar se ambos os decks rodarem conforme esperado.
6-1-2

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Eu contra Pedro Paulo na final em Aparecida/SP. Quem sabe não rola report?🙂

É isso ai, não ganhei o campeonato mas me senti um campeão devido ao desempenho que tive com este deck onde muitos acharam que era loucura, foi muito bacana ter o reconhecimento pela lista da maioria dos jogadores do torneio.

Caso alguém ainda não sabe no dia 26/01/2013 joguei também o City de Aparecida /SP e consegui me consagrar campeão utilizando o mesmo deck… o quanto antes estarei escrevendo o segundo report desta jornada dos cachorros pelos Cities Championship do Brasil.

Até!

7 pensamentos sobre ““Who let the dogs out?” – Um report com Stoutland!

  1. Pingback: Let's Collect News » Mini-Reports + Análise do metagame

  2. Amigo, parabéns pelo report.
    Eu tenho algumas dúvidas sobre a decklist que você postou, pois pela foto não consigo identificar algumas cartas… Não consigo ver a 4ª carta, que está entre super bastão e o stadium aspertia. Minha outra dúvida são nos supporters.. vi que tem uma linha com 2 colress, 4 juniper, 4 skyla… mas não consigo ver as duas primeiras supporters. Era isso, obrigado!

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