Últimos Cities – Um final de semana ao lado de Rayquaza e Emboar

Fala aí galerinha, como dá pra ver no título do post, eu joguei mais um City com Rayboar. Foi um fim de semana muito bom, onde consegui jogar e rever os amigos de jogo, além de fazer novos.

Ultimamente minha memória tem me deixado muito na mão e não consigo lembrar de detalhes das partidas. Acho que o fato desse ano ter tido apenas partidas com melhor de 3 no suíço contribui com minha perca de memória, que na verdade não é bem uma perca de memória mas sim uma mistura de vários jogos. Sem mais papo furado, vou falar de como foi esse final de semana cheio de Pokémon TCG, porém não com tantos detalhes e sim com mais comentários sobre cada partida.

Eu fiz mais esse report pra poder postar minha lista do deck, já que muitas pessoas pediram. Eu joguei os 2 torneios com a mesma lista, e gostei muito da lista apesar do fracasso no primeiro dia de torneios.

3 Tepig BCR
1 Pignite BCR
3 Emboar NXD
1 Voltorb PLF
1 Electrode PLF
3 Rayquaza-EX
2 Rayquaza LTR/DRV
1 Entei-EX
1 Reshiram LTR

4 Professor Juniper
4 N
4 Skyla
3 Tropical Beach
4 Superior Energy Retrieval
4 Ultra Ball
3 Rare Candy
1 Level Ball
1 Tool Scrapper
1 Switch
1 Escape Rope
1 Energy Search
1 Max Potion
1 Dowsing Machine

8 Fire Energy
3 Lightning Energy

Minha lista mudou consideravelmente desde o último City que joguei. Uma carta que entrou foi Electrode, com sua habilidade Magnetic Draw você pode comprar até ter 4 cartas na mão, o que ajuda contra os temidos N para 1 carta. A carta vale o espaço com toda a certeza, porém com uma linha de 1-1 foram várias as vezes que eu descartava uma das duas cartas, me impossibilitando de usar Electrode no jogo. Conclusão, vale o espaço mesmo não conseguindo montar 100% dos jogos.

Uma carta que eu acrescentei foi o segundo Rayquaza LTR (“Rayquazinha”) por medo de mirror e Blastoise. Mais uma escolha certa, pois esses decks estavam muito populares nos dois Cities e com certeza o resultado não teria sido o mesmo sem usar outro Rayquazinha. Outra carta que eu coloquei foi Entei-EX, ideia total do Edgar Shinagawa. Entei entra no deck para lidar melhor contra Garbodor, principalmente os combinados de Darkrai-EX e Sableye. Entei-EX é um atacante que causa um dano sólido (90 de dano), consegue nocautear Sableye em um ataque e EX em geral em 2 ataques, não descarta energia e ainda liga energia do descarte para um Pokémon do banco. Confesso ter tido uma certa resistência em usá-lo, mas depois de dar todos esses atributos ao Entei é quase impossível não querer usá-lo, principalmente em uma matchup tão difícil como Darkrai/Garbodor

As trainers não mudam muito de antes, tirando eu ter tirado um Energy Retrieval e ter colocado um Superior Energy Retrieval no lugar. Valeu a pena com certeza!

No meu último City, eu tinha usado 12 energias (10 fogo, 2 raio). Dessa vez, decidi mudar para 11 (8 fogo, 3 raio). Outra decisão que não me arrependo, acredito ter achado o número perfeito de energias na verdade.

Dia 01 – Bazar Magic

O torneio começou umas 11h eu acho, ia ser melhor de 3 com 45 minutos cada rodada e como vem sendo. Seis rodadas no total.

Round 1 – Luiz Miguel com Virizion-EX/Genesect-EX/Garbodor

Eu não conhecia esse deck, mas depois fiquei sabendo que a ideia é a mesma que o jogador de sorocabano Douglas Ladario vem usando e ganhando torneios pelo Estado de São Paulo. Achei as escolhas muito legais, além de usar Garbodor, o deck usa Team Plasma Badge e Plasma Frigate. Ou seja, dá pra ver que o deck é bem focado em não perder de Rayboar.

Essa partida eu abri de Tepig e meu oponente com Trubbish. Logo eu achei que ia jogar contra Darkrai/Garbodor, então abaixei um Rayquazinha e dei Escape Rope e coloquei o Rayquazinha ativo. Dei Beach e passei. Meu oponente abaixou um Virizion no turno dele e eu fiquei de cara, muito surpreso na hora. Nesse meio-tempo eu fui ligando energias no meu Entei-EX no banco enquanto ele fazia os Genesect dele. Eu não conseguia recuar meu Rayquazinha e ele combou lindamente na minha cara: Tool Scrapper no Garbodor dele, liga Plasma Energy no Genesect pra usar Red Signal, puxando meu Entei-EX, daí ele ligou ou já tinha G Booster e deu 200 no meu Entei, mas não sem antes ligar OUTRA tool no Garbodor. Essa jogada decidiu o jogo 1, eu fui jogando por mais uns turnos mas depois vi que não tinha condições de vitórias e parti pro próximo jogo.

Jogo número 2 minha memória não lembra de detalhes, mas aos trancos e barrancos eu consigo montar meu Entei-EX e estabilizar a partida perto do fim, onde logo em seguida ele pede para começar a outra partida.

A partida decisiva começa e não há muito tempo, logo o tempo acaba e não tem como o jogo se decidir nos três turnos. Empate!

0-0-1

Round 2 – Guilherme Bento com Darkrai-EX/Landorus-EX/Absol/Garbodor

Não lembro muito das partidas. Na primeira eu sei que apenas 1 Scrapper era suficiente para parar os Garbodor dele, pois muitas tool haviam sido descartadas. Segunda partida deu branco total, mas eu sei que foi 2-0 para mim no fim das contas.

1-0-1

Round 3 – Rafael Alliprandini com Darkrai-EX/Garbodor

Rafael foi um cara que conheci esse final de semana e foi com certeza o mais gente fina que eu joguei contra.

A primeira partida foi a melhor do final de semana! Ele tinha comprado 4 prêmios e eu 2, então eu dei N nele para 2 cartas. Nisso consegui montar um Entei-EX e nocauteei um Sableye dele. No turno dele, eu acredito que ele ligou uma Tool no Garbodor e atacou com Darkrai-EX. Eu tinha uma mão gigante com Dowsing Machine, 3 SER e mais algumas coisas. Eu dei um jeito de jogar minha mão de várias cartas para uma mão de  só 1 carta (1 SER). Dei Dowsing pela Scrapper, dei SER e liguei 4 de fogo no meu Rayquaza-EX que agora é meu ativo. Eu tava mirando a Max Potion, porque meu Rayquaza EX estava totalmente baleado, então dei Magnetic Draw e comprei um Rayquaza-EX, um Rayquazinha e outra carta que não me recordo. Abaixei o EX, dei SER e liguei 1 raio e 3 de fogo nele, recuo o meu ativo baleado que agora tem 3 de raio e 1 de fogo ligadas e nocauteio o Darkrai-EX dele. Moral da história, ele não consegue nocautear o meu ativo sem dano e eu tenho um Rayquaza-EX pronto para nocautear qualquer coisa dele. Daí o Rafael diz “esse jogo vai ser decidido na moeda”. Ele usar Juniper, compra o deck inteiro e lá no meio tem um Catcher. Jogou a moeda… Cara! Perdi, mas o jogo foi pegadasso!

Segunda partida eu começo bem agressivo e compro 4 prêmios com Rayquaza-EX, mas logo ele consegue um N e Garbodor. Eu não compro nada e logo depois o tempo acaba. A gente joga os três turnos mas eu não me vejo capaz de ganhar o jogo nesse tempo.

1-1-1

Round 4 – Edgar Shinagawa com Rayboar

Nossa, muita sacanagem ter que jogar com o Shinagawa, grande amigo de jogo e parceiro para treinos e com quem converso bastante sobre Pokémon. Quem perder não tem mais chance nenhuma de top.

A primeira partida eu armo meu jogo muito bem e escolho em não abaixar nenhum Rayquaza-EX no começo do jogo. Além disso, eu consigo Emboar T2 e outras coisas. Diferente de mim, o Shinagawa abaixa uns 2 Rayquaza-EX e como ninguém usa Catcher, eu consigo ganhar na troca de prêmios e levo a primeira partida.

A segunda partida ele abre pior que eu. Dessa partida eu só lembro que fiz T2 Emboar e Electrode. Não lembro como foi a troca de prêmios, mas eu acabei ganhando no fim das contas. Triste tirar as chances do Shinagawa no torneio!😦

2-1-1

Round 5 – Raphael Branco com Yeti

Essa é a partida que eu menos joguei contra enquanto testava o deck de Rayboar. Uma carta que faria diferença seria Max Potion e manter meus Rayquaza-EX limpos seria ideal.

Na primeira partida ele consegue vencer a batalha de estádios e deixar prevalecer a Frozen City. Eu consigo bater em uns EX dele, mas ele acaba ganhando a partida.

Na segunda partida eu consigo manter meus Rayquaza-EX limpos e consigo SER sempre que necessário. O Branco não conseguia a combinação de cartas necessárias e passava vários turnos apenas usando da minha Beach. Eu uso Dragon Burst 3 vezes e ganho o jogo.

Terceiro jogo é bem equilibrado, pro fim do jogo ele encaixa uma Scramble Switch para o Snorlax que nocauteia meu Rayquaza-EX. Eu subo Tepig e dou Juniper, preciso de muitas coisas pra fazer algo e me manter no jogo e não vem nem metade das cartas que eu preciso.

2-2-1

Round 6 – Bruno Almeida com Empoleon

Eu antes de começar a partida eu disse que ia ceder para ele, já que não ia fazer a menor diferença se eu ganhasse ou perdesse. No fim, eu decidi que ia jogar uma só pra brincar e tal. A gente até começou a jogar, mas o Chuck me chamou para ir embora, e eu já não tava tão animado pra jogar, então fui.

2-3-1

Dia 02 – Magic Domain

No dia seguinte, o torneio seria na Magic Domain na Vila Mariana. Pelo fato de ter dado problema no TOM e o pessoal ficou com dificuldades em atualizar/baixar de novo o programa, o torneio sofreu certo atraso e começou quase às 13h. Tinham mais pessoas nesse City, deram 72 na Masters (Na Bazar tinha 57 Masters). Iam ser 7 rodadas. Todo mundo tava tipo “torneio vai acabar meia noite!”

Round 1 – Vitor Muller com Yeti

O sobrenome não era esse no dia, mas era o mesmo cara com que eu joguei contra em um City ano passado.

Primeiro jogo ele me arrebentou, não tive um setup muito bom e ele conseguiu usar bem Raiden Knuckle e Plasma Gale para garantir a vitória.

Segundo jogo eu abri com a pior mão do fim de semana, isso deu tempo para que ele conseguisse abrir uma vantagem. Quando eu comecei a me estabilizar ele fez Scramble Switch pra Snorlax e ganhou o jogo. Tomei 2-0 na cara!

0-1-0

Round 2 – Jaqueline ????? com Empoleon/Leafeon/Dusknoir

Sim, sou péssimo com sobrenomes.

Quando eu vi o Piplup na mesa dela eu quase quis chorar. Empoleon era um deck que eu não esperava ver no torneio de nenhuma forma.

Bem, primeiro jogo foi super tenso, mas eu consegui manter o “flow” de SER e energias, enquanto ela não conseguia manter o “flow” de Empoleon, me dando prêmios fáceis como Piplup e Leafeon. Além disso, ela nunca conseguiu montar Dusknoir nesse jogo. Foi difícil, mas eu consegui vencer a primeira partida.

Na segunda ela fez muita coisa, inclusive Dusknoir. Sorte minha que o tempo acabou e eu fiquei dando não EX para ela matar e não conseguir ganhar a partida em tempo.

1-1-0

Round 3 – ?????????? com Zebstrika NXD/Scizor BCR/Terrakion NVI/Garbodor

Esqueci total o nome do meu oponente, perdão! Eu lembro que ele é de Santos só.

Nossa, outra pedreira. Nessa partida eu liguei manualmente nos meus Rayquazinha, porque eles conseguiriam nocautear as Zebrinhas. O que não esperava eram Lasers e Virbank nas horas certas combinados com Terrakion, dando 90 + 30 do veneno pra dar tchau aos meus dragões. Aos trancos e barrancos eu arranjei Tool Scrapper e mandei meu Entei-EX pra pegar prêmios, juntamente com um Reshiram no banco pra receber as energias. Eu lembro que peguei alguns prêmios e ficava ligando energia igual um retardado no Reshiram, porque tava com medo do Scizor dele aparecer e travar meu Entei. Com muito cansaço mental eu ganho a primeira partida.

A segunda partida começa e logo acaba, porque a primeira partida durou brincando uns 40 minutos. Ele vê que não consegue ganhar desde o começo dos 3 turnos, mas a gente ainda sim joga para confirmar o inevitável.

2-1-0

Round 4 – Leonardo Lauri com Rayboar

Grande Leozinho, primeira vez que jogo com ele. Eu fico confortável ao jogar mirror, mas estava apreensivo já que o Leo pegou top no dia anterior usando o mesmo deck.

A primeira partida a gente vai setando e logo no T2 eu uso um Tepig para dar 10 no Reshiram dele, o que ia fazer total diferença. A partida transcorre, a gente trocando prizes como normalmente ocorre na mirror. Nada demais acontece e eu levo a primeira partida.

A segunda partida não muda muito da primeira. Beach. Beach. Pego prêmio. Ele pega. Eu pego. Ele pega. Eu ganho. Não lembro de nada dessa partida.

3-1-0

Round 5 – Rodrigo Gianni com Blastoise

Rodrigo é um cara bem gente boa, é o primeiro ano dele na Master e ele já garantiu a vaga antes do meio da temporada! Parabéns, Rodrigo!

A primeira partida eu consigo fazer 2 Emboar antes que o Catcher dele seja relevante para me tirar da partida. Eu compro o primeiro prêmio no Black Kyurem dele usando Outrage e Blue Flare do Reshiram logo no T3. Depois disso, meus Rayquazinha e 1 Rayquaza-EX são suficientes para levar a partida.

Na segunda partida, o jogo é bem equilibrado. Eu consigo de novo fazer 2 Emboar. Eu lembro da partida conseguir usar uma Escape Rope bem forte, onde consegui puxar o Black Kyurem-EX dele e nocautear. Mesmo assim, ele foca no Black Kyuremzinho dele e consegue dar Catcher em um Rayquaza-EX meu. Depois disso, ele consegue pegar prêmios de forma melhor do que eu e vence.

No terceiro jogo a gente chega a jogar bem, e quando acaba os três turnos ele está apenas a um turno de ganhar o jogo.

3-1-1

Round 6 – Fabio Kletlinguer “Esquilo” com Rayboar

O Esquilo é um grande jogador, sabia que não ia ser fácil, ainda mais porque ele vem jogando de Rayboar há um tempo.

A primeira partida eu faço meu campo sem Rayquaza-EX. A partida transcorre da mesma forma da que foi a primeira partida com o Shinagawa e antes que eu pegasse todos os prêmios o Esquilo resolve ir para a segunda partida.

Na segunda partida, o Esquilo já tem no T2 2 SER e 1 ER. Se já não fosse muito, na primeira Juniper que ele usou ele descartou 2 Emboar e 1 Rare Candy. Apesar dessas adversidades, ainda rola jogo e a gente troca alguns prêmios. Pro fim do jogo, ele põe um Reshiram e dá Outrage no meu Rayquazinha. Eu uso Switch e depois Escape Rope, ele trás um Electrode se não me engano e eu mato com Rayquazinha. Logo em seguida ele vê quem não tem mais jogo, porque eu tenho um Rayquaza-EX pronto para causar 180 e apenas um prêmio restante.

4-1-1

Round 7 – Thales Machado com Empoleon/Mewtwo-EX/Dusknoir/Lasers

Essa partida iria decidir o quem iria para o top. E de novo, mais um Empoleon, uma partida que eu não me sinto nada confortável em jogar contra.

Uma coisa que vinha para me ajudar foi o Mewtwo-EX dele. É uma carta que não vai fazer estragos enormes e é um EX para eu pegar 2 prêmios. Eu busquei manter meu banco pequeno e na primeira partida dei um Voltorb pra ele matar. O principal é deixar o Emboar intacto, sendo assim dá pra ganhar a partida. Ele bateu com Empoleon uma hora no meu Rayquaza-EX e eu conseguir usar uma Max Potion e dar KO no Empoleon. Nesse momento já eram uns 2 Empoleon que eu havia nocauteado e meu Emboar não estava nem um pouco em risco. Daí ele vem de Mewtwo, e eu consigo nocautear também. Energias e SER foram cartas que sempre estavam na minha mão nas horas certas. Ele manda algo tipo Emolga, que também eu nocauteio. Aí depois disso acho que ele decide ir pra outra partida.

Segunda partida eu já fico chateado, pois uso Juniper e descarto minha Dowsing Machine que poderia ser uma Max Potion no futuro. Sem problemas, eu faço Emboar de novo, tenho um Rayquaza com 150 de dano, recuo e subo outro Rayquaza. Uso N se não me engano e vem o restante das energias e a Max Potion pra limpar os 150 de dano. Mais uma vez, meu banco pequeno e KO todos os turnos me garantem a vitória. Esse jogo eu não tinha Electrode, e graças a cartas lendárias vindas no N me deixam dentro do jogo. A mais lendária com certeza foi o N que ele me deu pra 2 carta, eu compro Rare Candy e Juniper, já estava feliz. Daí eu compro a do turno e é um Emboar, eu faço outro Emboar já que tem um Tepig no meu Banco e uso Juniper pra continuar.

5-1-1

TOP 8 – Cesár Lopes Pereira com Rayboar

Grande César, campeão Nacional em 2012! Prazer jogar contigo!

Primeira partida eu estou rumos a ganhar a partida, porque simplismente eu consigo trocar melhor prêmios. Mas aí vem a grande surpresa no deck dele: Catcher. Ele usa um, traz meu Emboar e nocauteia com o Rayquaza-EX dele. Eu nunca me preocupo em fazer outro, porque normalmente não precisa. Por sorte, minha mão tem Tepig, Rare Candy e Emboar. Eu ponho um Electrode na frente, faço uma carinha feia, penso um pouco e uso Beach. Apesar disso, ele dá Catcher de novo e acerta. Puxa o Tepig e dá N. Pouco tempo depois eu já parto para o segundo jogo.

O segundo jogo estava meio sem sal, eu estava crente que ia perder já e poder ir para casa. Nem lembro muito da partida, mas ele diz pra mim que errou em ligar as energias e tal, e eu tenho como nocautear o Pokémon dele, algo do tipo.

Última partida eu não lembro também, só sei que Electrode fez falta, tive que descartar Voltorb no começo do jogo. No fim das contas, ele tinha mais recursos que eu pra continuar trocando tapa. O tempo acaba e ele consegue nocautear meu Rayquaza-EX usando a última SER dele que ele comprou do prêmio no turno seguinte!

Conclusão

E assim foram meus últimos Cities da temporada. Final de semana foi da hora demais, até no dia que eu não fiz top, consegui ir dar uma volta pela cidade e dar uma espairecida.

Foi super legal ver um City com tantas pessoas. O público da Domain foi exatamente metade do que foi o Nacional do ano passado (categoria Masters). Espero que o pessoal compareça em peso no Nacional!

Valeu a todo mundo que veio falar que tem curtido as coisas do site, fico muito feliz em saber que bastante gente está gostando do nosso conteúdo.

Pra quem vai jogar mais Cities, boa sorte!

Abraços!!

Um pensamento sobre “Últimos Cities – Um final de semana ao lado de Rayquaza e Emboar

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