O golpe fantasma de Fênix – Reports de Cities no Sul

APRESENTAÇÃO

Olá a todos. A convite, escrevo pela primeira vez ao Battle City sobre meu desempenho nos Cities do Sul, com o deck de Ho-oh EX.
Aos que não me conhecem, meu nome é Giorgio Locatelli e sou jogador de Blumenau-SC. Iniciei no TCG logo criança assim que o jogo foi lançado, jogando puramente por divertimento. Tive algumas idas e vindas posteriores até meu retorno definitivo em 2007. Logo no início de 2008 comecei a competir pra valer e não parei mais. Nunca obtive resultados expressivos em minha “carreira”, tendo vencido apenas Battle Roads e Cities ao longo desses anos, porém, sempre indo bem nos torneios e pegando tops. O que mais me orgulha são minhas participações em nacionais, joguei todos desde 2008 até agora, sempre com resultados positivos e tendo entrado para o top em 3 ocasiões (2009-2010-2011).

Sobre o momento atual, eu estava bastante desanimado por desde a queda de Rayeels não ter encontrado mais nenhum deck meta que se encaixasse comigo. Resolvi ser anti-meta. Juntei as cartas que tinha e saiu um deck focado em Bouffalant com Virizion EX e mais “coisas boas que usam DCE”. Com o insucesso comecei a repensar a ideia, eis que surge nas primeiras páginas da minha pasta o Ho-oh EX, nunca antes usado. Mesmo sem muito treino, prestes a jogar o city de Florianópolis, fui ajustando a lista e cheguei na versão* que considerei ideal.

O DECK

12 Pokémon:

2- Ho-oh EX: É alma do deck, deve ser descartado juntamente com as energias o quanto antes para fazer valer sua Ability. Além de acelerador, pode muito bem ser utilizado pra atacar, principalmente contra Virgen.

2- Mewtwo EX: Mewtwo é sempre Mewtwo. Ataca bem com poucos recursos e pode causar um belo estrago. Nesse deck ele tem sua utilidade contra praticamente todos os decks meta do formato. Normalmente é jogado quando o momento do jogo exige uma postura mais agressiva.

1- Keldeo EX: Sua utilização é questionável, foi uma escolha particular e gostei do resultado. Com o uso das Float Stone, ele me trouxe a flexibilidade que procurava para trocar de atacantes com frequência e para eventuais curas de poison/sleep.

2- Terrakion: Muito bom para o counter no meta, Darkrai e Yeti que o diagam. Também tem sua utilidade em outras partidas, seja como paredão (130 hp), seja com um sonoro 90dmg com apenas 2 energias.

3- Suicune: Assim que comecei a utilizar essa carta imediatamente criei uma enorme empatia pelo cão. Seu Ability “Safeguard” é uma forte defesa nesse meta, sendo excelente para abrir o jogo contra praticamente todos os decks. Seu ataque de 70dmg sólido se faz muito útil, graças a Silver Bangle é quase certo que os EX de 170hp são nocauteados em 2 ataques. Na minha opinião Suicune se sobrepõe totalmente ao Sigilyph. Comecei usando apenas 2, mas 3 acabou virando uma necessidade devido a sua importância contra Rayboar.

2- Tropius: Essa carta revela o seu propósito ao confrontar Blastoise, podendo vir a tornar o jogo muito a favor. Também pode ser útil para comprar cartas no começo do jogo com seu 1º ataque, ou causar grandes danos com o 2º. O deck tinha 2 slots para ” bixos de planta”, disputados por Tropius, Virizion EX e Shaymin EX. Tropius ficou com os 2 slots…

35 Trainers:

1- Computer Search: Apesar de eu preferir a Downsing Machine, neste deck CS acaba sendo a melhor escolha. Serve como a 5ª Ultra Ball, ajuda no descarte de energias/Ho-oh e ainda pode buscar por uma DCE em um momento crucial.

4- Juniper: Padrão em um deck que precisa fazer draw e ainda se beneficia ao descartar Ho-oh/energias. Outro fator, o deck exige bastante friltragem, pois dependendo da partida muitas cartas se tornam inúteis.

4- N: É um deck que tende a jogar na base da defesa e no contra-ataque, não cheguei a cogitar usar menos que 4 desse cara.

3- Skyla: Muito versátil. Facilita bastante o sucesso de jogadas “combadas”, pois pode muito bem buscar a trainer faltante na hora certa. Em vários momentos usar Skyla em busca de Juniper é uma excelente jogada aqui.

2- Colress: Senti necessidade de colocar o 2º depois de algumas mãos mortas ocasionadas por N em fim de jogo. Como é de conhecimento geral, tem a vantagem de preservar os recursos (Energy Switch principalmente) ao invés de descartá-los, como faz Juniper. A possibilidade de comprar 8..10 cartas a torna uma carta salvadora em alguns momentos.

4- Energy Switch: É o mecanismo de aceleração do deck. A partir do momento que Ho-oh EX é invocado, cada uma dessas se torna uma energia extra “grátis” no turno. Cheguei a testar 3, mas os descartes acidentais com Juniper e Ultra Ball me fizeram voltar pra 4, sendo assim muito melhor aproveitada.

4- Ultra Ball: Essencial para filtragem de cartas inúteis e melhores chances de descarte de energia/Ho-oh nos primeiros turnos, sendo ótima ao preceder uma Juniper por exemplo. Senti que o deck perdeu um pouco de velocidade e consistência ao testar 3 delas, fico com 4.

2- Energy Seach: Pode soar estranho, mas vale muito a pena jogar com 2 deles. Ajuda demais tanto para ligar como para descartar a energia do tipo certo na hora certa. Fora praticamente anular a probabilidade de falha ao buscá-lo com Skyla num momento crucial.

2- Tool Scrapper: Carta necessária devido a existência de Garbodor, infelizmente. Para vencer Darkrai/Garbodor, normalmente é necessário que a “Garbotoxin” seja desabilitada por pelo menos 2 vezes, grande culpado é a chance de falha que existe no “Rebirth” do Ho-oh EX. Descartar uma dessas por acidente em uma Juniper pode arruinar a partida. Usar menos que 2 é inviável conforme meus testes.

1- Super Rod: A principal arma do deck pode variar de acordo com o oponente, devido a isso muitas vezes é necessário “reciclar” as cópias daquele pokemon, ou até mesmo trazer alguem de volta devido a um descarte indesejado. Pode fazer a diferença em fim de jogo ao trazer de volta ao deck a energia que faltava.

3- Float Stone: Mecanismo de recuo que adotei, sobrepondo até mesmo a segurança de Switch. Preferi assim principalmente devido a momentos em que se deseja trocar seu ativo por um pokemon que ainda não está em campo, portanto liga-se Float Stone, usa-se Juniper/N/Colress na esperança que o dito cujo venha. Seu uso se otimiza em conjunto com Keldeo EX, fazendo com que pokemons que já tenham outra tool ligada também recuem de graça, ocasionando versatilidade.

3- Silver Bangle: Aproveitando a grande quantidade de atacantes não-EX, servem bem ao propósito do deck. Muitas vezes acabam sendo ligadas em momentos inoportunos ou no pokemon errado ao preceder uma Juniper, por isso escolhi 3. Quem melhor tira proveito dessa carta é Suicune, como já explicado, mas não que um Terrakion batendo 120dmg com 2 energias em um DarkraiEX/ThundurusEX, ou um Tropius batendo 110dmg em um DarkraiEX/LugiaEX sejam jogadas ruins.

2- Silver Mirror: Carta surpresa ao enfrentar um deck Plasma. Contando que o adversário use 2 Tool Scrapper, posso conseguir uma boa vantagem caso 1 deles seja torrado em um de meus 6 Float Stone/Silver Bangle, fazendo que meu Mirror prevaleça e deixe o oponente sem resposta.

13 Energias:

4- Double Colorless Energy: Recurso indispensável. Grande alimento para Mewtwo e Suicune, ou até mesmo em Keldeo para atacar ou recuar sem Float Stone.

3- Fighting Energy: Viabiliza o Land Crush de Terrakion.

3- Water Energy: Como disse, o Suicune é útil contra praticamente todos os decks adversários.

2- Grass Energy: Tropius.

1- Psychic Energy: É a minha “4ª energia”. Tinha utilidade no Latias EX e em uma situação hipotética em que eu atacaria com o “Blizzard” de meu Kyurem secreto Dragon Vault, mas após esses cortes essa energia pode ser de qualquer outro tipo além de Grass, Water ou Fighting. Porém sua importância não foi diminuída, trata-se da única carta viabilizadora para que Ho-oh consiga aplicar 100 de dano com seu “Rainbow Burn”, sendo a principal arma contra Virgen. Jogar com apenas uma “4ª energia” é um risco, portanto uma “5ª energia” pode aumentar bastante as chances de sucesso. Normalmente ao usar Energy Search visando o descarte de alguma energia para Ho-oh, procuro por ela.
*Nota: essa lista foi usada nos 2 últimos torneios, no primeiro joguei com Kyurem Secreto, Switch, 2 Suicune, Latias EX, mais tipos de energias variadas e sem nenhum Tropius.

REPORT

Agora um breve report da minha maratona de torneios com esse deck.

City de Florianópolis (08/02/2014)
Rodadas:
1- Rayboar com 1 Zekrom e 1 Reshiram: VITÓRIA
2- Yeti: VITÓRIA
3- Darkrai/Garbodor ala Hammertime: VITÓRIA
4- Blastoise: EMPATE – Jogo repleto de missplays pra ambos jogadores, perdi o primeiro jogo por não enxergar a jogada obvia em que o oponente daria deck out. No segundo jogo venci pois o oponente não tomou conhecimento que seu Keldeo EX com 70dmg não estava seguro frente a meu Suicune ao ligar Silver Bangle. Posteriormente calculei errado o dano do Mewtwo, mas consegui ganhar.
5- Yeti: VITÓRIA

Terminei em 1º lugar no suíço.

TOP8- Blastoise: DERROTA – O oponente foi consciente com o uso de seus recursos. Matou meu Suicune com o Black Kyurem “normal”, forçando meu Mewtwo EX a dar a resposta, sendo nocauteado em seguida por “Black Ballista”. Ao reassumir o controle com Suicune, Blastoise o nocauteava, meu Mewtwo o vingava, mas era morto novamente por Black Kyurem EX, pois o oponente possuia um 2º Blastoise. Os 2 jogos foram muito parecidos, não tive chances. Após essa derrota compreendi que o Tropius poderia me ajudar imensamente.

City de Curitiba (15/02/2014)
Rodadas:
1- Blastoise sem Tropical Beach, mas com Catcher: VITÓRIA – Tive logo de cara a chance de provar minha teoria sobre o Tropius, mesmo assim se o oponente acerta a moeda no Catcher em lance decisivo o resultado teria sido empate.
2- Landorus/Mewtwo/Garbodor: VITÓRIA
3- Darkrai/Garbodor: VITÓRIA
4- Virgen: VITÓRIA
5- Rayboar: DERROTA – Já sabendo que estava no top, insisti em jogar justamente para “aprender” a vencer Rayboar. O oponente manipulava os recursos do deck com muita astúcia e eu não conseguia acompanhar a troca de prêmios entre Reshiram e Suicune, chegando a perder a energização e ficar sem atacar. O primeiro jogo foi bem equilibrado até, o segundo não durou muito.

Terminei em 2º lugar no suíço.

TOP8- TDK/CobalionEX: VITÓRIA – Jogo extremamente tenso, contra TDK o Suicune perde completamente sua capacidade defensiva e Ho-oh EX é uma presa fácil. Na primeira partida contei com a desatenção do oponente me cedendo 2 prêmios ao jogar um Cobalion EX ativo, que nocauteie com Ho-oh EX. Depois me cedeu mais 2 prêmios ao jogar Thundurus EX ativo para ser vítima do Land Crush de meu Terrakion. No segundo jogo o oponente foi mais sagaz, evitando jogar Cobalion EX e Thundurus EX, focando em Kyurem, meu “nêmesis”. Fomos trocando prêmios, mas os Deoxys EX intimidavam meus Mewtwo EX, me deixando acoado. Por fim constatei que o oponente já tinha usado 1 Tool Scrapper, resolvi apostar na estratégia do Silver Mirror, ligando-o em Terrakion. Logo após, o segundo Tool Scrapper é usado para eliminar meu Mirror. Prontamente liguei meu segundo Silver Mirror acreditando que à partir dali estaria em uma posição confortável. Eis que o TERCEIRO TOOL SCRAPPER é usado, me deixando estático de aflição e selando a partida contra mim. Por fim, fomos ao 3º round, onde o tempo foi chamado logo no princípio, em uma jogada de sorte comprei a DCE e consegui nocautear um Kyurem com Mewtwo EX, me dando a vitória ao fim dos 3 turnos.

TOP4- Virgen: VITÓRIA

TOP2- Rayboar: DERROTA – Novamente o Alex Silva e seu Rayboar que me derrotaram anteriormente, mas agora a partida estava sendo gravada. No primeiro jogo consegui impor o ritmo desejado, vencendo a guerra entre Reshiram e Suicune, o oponente começou a improvisar com Rayquaza “normal” e Electrode, mas consegui superá-los e venci. O segundo jogo foi péssimo, um de meus Ho-oh EX estava nos prêmios, enquanto o outro “se escondia” dentro do deck. No terceiro jogo, mais um começo “travado” e nada das jogadas “combarem” da forma que foi no primeiro. A situação com os Ho-oh se repediu. Acabou o tempo e acabei perdendo. Foram em torno de 10h de torneio diretão, eu queria muito ter vencido, mas já não aguentava mais, estava acabado física e mentalmente.

City de São José (22/02/2014)
Rodadas:
1- Darkrai: VITÓRIA – Por pouco, se o oponente acerta a moeda em um Catcher teria sido empate.
2- Darkrai: EMPATE – Venci o primeiro jogo com uma virada linda do Terrakion. O segundo jogo se encaminhava para uma vitória tranquila minha, quando apostei em um Mewtwo EX para selar a vitória, resultou que o oponente o deixou dormindo e atacou. Errei a moeda para acordá-lo, não pude usar o KeldeoEX para tirá-lo da ativa, paguei o preço por não usar Switch. Se não me engano o jogo foi selado com um “Night Spear” que nocauteou meu Mewtwo EX ativo e mais o meu Ho-oh EX que estava baleado no banco.
3- Darkrai: VITÓRIA
4- Darkrai/Bouffalant: VITÓRIA
5- Landorus/Mewtwo/Garbodor: VITÓRIA

Terminei em 1º lugar no suíço.

TOP 4- Landorus/Mewtwo/Garbodor: VITÓRIA – Re-match da última rodada. Cheguei a perder um game aqui, porém os outros jogos foram tranquilos, contei bastante com a falta de sorte do oponente, tanto no quesito moeda como no quesito zica.

TOP 2- Virgen/Ho-oh: VITÓRIA – Esse deck me deu muito mais trabalho que os 2 Virgen que enfrentei em Curitiba. Perdi o primeiro jogo inclusive, o oponente soube trabalhar muito bem os “Red Signal” e espalhar o dano, acabou me envolvendo. No segundo, em vez de me afobar fui mais cauteloso, selei minha vitória após uma jogada inesperada em que consegui criar um Ho-oh EX “do nada”, ainda liguei a 4ª energia e matei um Genesect EX com 3 energias ligadas. O último jogo me foi bem favorável, comecei agressivo com Mewtwo EX, fazendo a diferença. O tempo acabou e ao final dos 3 turnos eu estava com mais prêmios, me sagrando campeão.

O GOLPE FANTASMA DE FÊNIX

Eu odeio esses nomes “criativos” que os jogadores dão para suas “criações”. Meu deck se chama apenas Ho-oh EX, ou Ho-oh EX/Suicune/Terrakion, que seja. Porém, se me perguntassem como eu defino meu deck, imediatamente a resposta seria: “Insolente, tome isso! Golpe Fantasma de Fênix!!!”. Como fã de Cavaleiros do Zodíaco, nada como prestar uma homenagem ao poderoso cavaleiro de Fênix, Ikki. A sensação que tive ao jogar com o deck descreve com exatidão os efeitos da técnica de Ikki, para os que conhecem. Primeiramente o adversário encarava assim “que p*rr@ de deck é esse? de onde isso saiu?”, em seguida parecia assumir o controle da partida, ficava confiante, quando no fim dava-se por conta que seus esforços foram em vão e após um movimento surpreendente se viam derrotados. Mas as vezes nem chegava a isso, era só o “Ave Fênix” entrar em ação que tudo se resolvia rapidamente. (kkk)

O FUTURO

Uma carta que ajudaria muito Ho-oh EX agora com XY é a tal da Professor’s Letter, sem dúvida essa “Double Energy Search” aumentaria muito a velocidade com que se descarta um Ho-oh EX com 3 energias de tipos diferentes. Resta saber até que ponto isso seria bom. Eu montei meu deck com um pensamento anti-meta, não sei ao certo se mantendo esse raciocínio obteria um resultado tão satisfatório assim. Agora temos Xerneas e Yveltal “normais”, ambos batem 100 de dano facilmente e podem eliminar sem problemas a defesa com Suicune. As principais fraquezas a serem atingidas são Metal (Cobalion? Cobalion EX?) e elétrico (Zekrom? Raichu?). Será que o deck encaixa com eles? O Terrakion era a melhor arma contra Darkrai EX, mas e agora com Shadow Circle? (botaremos estádio no deck?). Novamente, Darkrai EX vem acompanhado de Yveltal EX e normal, com resistência lutador, como combater? Ainda não sei essas respostas e nem se os decks e “alvos” citados serão de fato o Tier 1 a ser batido. Caso descubra, talvez me verão jogando novamente com ele…
Espero que tenham gostado do artigo/report, investi boas horas escrevendo-o. E agora vai um prós and cons:
Prós:
-meus bravos colegas Andrew, Frederico e o Velter que mesmo no RJ nos ajuda #teamSF
-resultado muito inesperado levando em conta meu treino prático.
-top em todos os torneios, vencendo 1.
-16 vitórias, 2 empates e 3 derrotas (sendo 2 pra mesma pessoa), com esse deck.
-jogar fora do meta e me divertir muito.
-pizza após a final na Meruru.
-pessoal gente boa dos torneios, tanto os que conheço a 6 anos, como os que acabei de conhecer.
-ter a sorte de uma Joinvillense linda e simpática sentar ao meu lado no ônibus.
-rachar o taxi com a referida menina.

Contras:
-ter apenas 2 parceiros e pouco tempo para treinar.
-não ter treinado contra Blastoise e Rayboar.
-3 Sábados seguidos de correria e gastos com viagem.
-calooooor em Floripa.
-melhor de 3/empates/regras ridículas, torneios de 10h.
-ir sozinho pra Curitiba.
-perder a final, perder o ônibus e passar a noite na rodoviária de Curitiba.
-nada de premiações promocionais, medalhas, troféu pokemon, nada de criança feliz.
-escutar que a mina do busão ia à Curitiba pra se encontrar com o namorado /soclose u.u

Até a próxima!

3 pensamentos sobre “O golpe fantasma de Fênix – Reports de Cities no Sul

  1. Muito bom esse report!!! E adorei saber esse lance da menina gata que você conheceu no ônibus, deu um toque muito especial pro texto, deixou mais “humano” hahaha! Parabéns Giorgio e até o nacional!

  2. Muito bom!

    Cheguei a testar algo parecido, mas sem Mewtwo e Tropius. Nao gostei mto dos resultados, pois o deck eh relativamente inconsistente devido à baixa contagem de energias “certas”.

    Parabens!

  3. Pena que esse lado humano não costuma me ajudar muito Semedo uehuehe
    Gostei principalmente da parte de ver ela andando no corredor procurando a cadeira e parar logo ao meu lado… Depois o lance do namorado desvirtuou a ideia rsrs

    É aquela história, “azar no amor sorte no jogo”. Só que na minha situação eu deveria ter bem mais sorte no jogo do que eu tenho^^

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s